terça-feira, fevereiro 12, 2013

Terça de carnaval

eu não me basto.não por questão autossuficiente, precisarei sempre de fantasias. Todos nós. Mas quem pergunta o que é real é que se fode, e quem não pergunta nada vive no vício pior que crack, o da alienação. Talvez tenham inventado um amor, um emprego dos sonhos ou um casamento que caiba dentro do personagem, e , no mais, inventado a felicidade. Acreditem: não deve de ser boa coisa - se há morte por causa dela. Um ode a tristeza esclarecedora dos dias frios. Um ode a felicidade momentânea de 27 graus em piscinas brasilienses.

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