sexta-feira, agosto 31, 2012

Freud e Maquiavel na era dos ipods: A contemporaneidade, o super-ego recalcado e o reflexo nos pães de queijo

Uma mesquinhez sem outra igual. Tudo vira conceito e todo conceito é comerciável. Vivemos de um marketing vicioso; enganar é pretexto maquiavelístico: os fins justificam os meios. O super-ego existe, a consciência está abalada. Culpa já foi carregada por Cristo alguns anos terrestres ou milésimos-luz. É racalque, uns comem compulsivamente, outros se matam, outros ficam depressivos, outros pintam os cabelos, outros se mudam. Eu acredito na humaninade, eu juro. Eu nem sei porque sou tão moralista; quando um ganha outro perde.

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