quinta-feira, julho 19, 2012

O jornalismo, as coisas sobre jornalismo, e publicidade, e cinema e comunicação

Eu nunca quis salvar o mundo. Eu nunca quis desvendar mistérios. Eu nunca quis colocar Cachoeira no paredão. De qualquer forma, acredito no processo colaborativo. Tinha tino para escrita e gostava de pessoas. As pessoas têm salvação, o mundo não tem. Daí o jornalismo. É um nome pomposo, sabe? Muito glamour, muitas festas e os tais mistérios. E a tal dependência excessiva das pessoas - isso ai me matou. Encher o saco. Pentelhice e telefone na cara - é só para quem quer muito salvar o mundo. Como eu disse, eu queria salvar gente, mas nunca soube nadar. Um meio tempo de publicidade: mata, faz rir e transforma qualquer um em doido de pedra.Viaja na maionese, o que é divertido ao menos que valha um anúncio 1/2 página numa revista semanal. Daí as artes. Como costumo dizer, ser artista é para quem encontra vida. Eu encontro vida. Mas talento? Está há milhas de distância. E a cada tentativa, uma frustração. Sou tombada de amor por arte até hoje, como boa e fiel pisciana. Daí o cinema. O cinema junta o que não sei fazer com o que eu não sei fazer. Voilà. C'est parfait! Técnicas estão ai para macaco aprender. Injeto um pouco de maluquice e pulsão. Pode ser que dê certo. Comunicação engorda!Comunicação é reprodução assexuada, escutem essa minha gente.

Um comentário:

Raíssa Falcão disse...

Adoreiii =))