sexta-feira, janeiro 27, 2012

Montpellier - premiere

Estar em um lugar que não te pertence, sem nada que te pertença, é como ter chance de começar tudo novo.
Não há expectativas em jogo. Só vida. É uma maravilha, e ao mesmo tempo um desafio: ter de se achar em um lugar onde não há referência. Como um abismo. Onde as pessoas pensam em uma língua diferente que você. Tive essa chance e digo que gosto. É um desafio grande. Porém emocionante.
E quando triste por saudade ou por desencanto. Não há amor, ou abraço de mãe. Há gente desconhecida e a gente mesmo. Ai percebo que o menos conhecido por mim sou eu.
Os antropólogos têm toda razão com a história do estranhamento. A história do se reconhecer no outro, são dessas ladainhas de vó que são pura e dura verdade.
E está na França é surto. Abismo, insisto. Chocolate, queijo e vinho o ano inteiro. Só pelo o idioma já vale. A pena é assoarem o nariz e pegarem a baguette com as mãos. Mas dizem que o beijo francês compensa! E o vinho, e o vinho. Numa cidade com mais de mil anos, é tanta história.
Por vezes, sinto um friozinho na barriga. Sento no trem. E fico imaginando quanta história por alí. O velho continente e essas coisas. Mas é claro que amo meu Brasil, e veja bem, até a minha Brasília. Mas o estranho fascina, como sempre.
Estou bem aqui. Tudo é muito lindo e engordativo. As pessoas são chiques e porcas.
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Être dans un lieu qui ne fait pas part de vous,il n'y a pas rien de votre , c'est comme une chance de recommencer tout, à nouveau.
Pas d'attentes. Seulement la vie. C'est magnifique, mais en même temps, un défi: Vous devez vous trouver dans un endroit où il n'ya pas de référence. Comme un abîme. Où les gens pensent dans une langue différente de la votre. J'ai eu ce opportunité et je dire que j'aime. C'est un grand défi. Mais passionnant.
Et quand j'ai de désenchantement ou quand je suis triste, ou nostalgique. Quand il n'y a pas d'amour, ou ma mère. Il y a des étrangers et moi. Donc, j'ai réalisé que le personne moins connu de moi, c'est moi.
Les anthropologues ont toutes les raisons. Nous pouvons nous trouver aprés faire la reconnaissance de l'autre qui sont beaucoup different de nous. C'est la vérité pure et simple.
C'est une folie en France. Abysses. Le chocolat, le fromage et le vin tout au long de l'année. La langue vaut la peine. Mais c'est dommage que les français prendre la baguette avec leurs mains. Mais le fromage, c'est payant!Et il y a des gens que parle sur le "french kiss".
Dans une ville qui as plus de mille ans, tellement d'histoire.
Parfois, je ressens un picotement à l'intérieur. Je suis assis dans le train. Et je me demande: "combien de l'histoire il y a ici?". Le vieux continent et d'autres choses comme ça. Mais bien sûr, j'aime le Brésil, et même, ma Brasilia. Mais le different fascine, comme toujours.
Je suis bien ici. Tout est très agréable et d'engraissement. Les gens sont chics et sales.

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