domingo, janeiro 16, 2011

Amores

Gosto de experimentar diversos. Uma barreira social me prendia, detia.
Agora faço, somente.
Penso nos outros depois, na hora? penso em mim. Herança do individualismo
Não acho certo, nem errado. Herança do relativismo cultural.
Li tanta teoria,não lembro dos autores. Mas na mesa de bar, afinal, não importa. Apropriei-me delas, que Freud e seus comparsas me perdoem, ou os cientistas sociais: Pardon!
Amor faz bem, mesmo aquele que dura uma bebedeira de uma hora, ou duas, ou três.
Quem ganha é quem dá atenção, e nessa conjuntura etílica pouco importa "os bons costumes". A moral fica para o outro dia, ressaca existe para quê?
Não há nada mais gostoso do que fazer uma merda bem feita. O arrepedimento é doce e falso. Porque se tivesse que fazer tudo de novo, faria. E depois me arrependeria novamente.
Gosto de distribuir palavras e amor, assim como a vida faz. A vida é cortesã. Aprendi tudo com ela.
E a pregação de todo esse "bacanal do amor" não é nada mais que um romantismo bem piegas.

2 comentários:

Rê Gomes disse...

Achei esse um dos seus melhores textos, Babi. Me pareceu muita verdade descrita com um pouco de poesia. Muito bom.

Fumico disse...

Babi, inveja eu tenho de vc por saber escrever tão bem. Mentira...
nunca tive inveja! Mas uma coisa eu tenho: saudades de vc e dos seus amores!