segunda-feira, janeiro 22, 2007

Saudade

Aperto no coração.
Nem chocolate cura.
Sublime momento de pressão.
Não tem remédio
nem bula.
Muito menos explicação.

Mãos suadas de tensão, trêmulas.
Pensamento em você, mas como?
Se nem sei quem eres,quem há de ser você?
Eu sinto saudade,mas não sei porque.
Nem de quem.
Nem de algo.
De ninguém.

Asfixia-me a falta de palavras
De expressão
E o excesso de mágoa
Sem razão.
Que tormento,
que falta de sensibilidade
da minha parte.

Extravagância dizer tudo isso.
E não saber o motivo.
Talvez seja orgulho,
fala alto a vaidade,
já que não digo a verdade
de quem realmente sinto saudade.

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